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Truth Wins: A Nun's Story (Portuguese)

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  • Full Text: Read full text below
  • Format: Folded Tract
  • Paper: Gloss Text
  • Size: 3.5 inches x 5.5 inches
  • Pages: 6
  • Estimated shipping date: Monday, October 17 (Click for more details)

The full text of this tract is shown below in the version.

Passei quarenta e cinco anos de minha vida como Católica Romana; vinte e dois deles passei como freira num convento fechado me dedicando a adoração, reparação e sofrimento. Acreditei que a freira era chamada a ser uma pequena salvadora do mundo como foi Jesus Cristo.

Depois de estudar no ensino fundamental numa escola Católica e decorar o catecismo, que é o livro-texto do Catolicismo, acreditei com todo meu coração que a família que tinha um filho ou filha que se tornou padre ou freira receberia o favor de Deus e bênçãos especiais. Decidi entrar no convento quando tinha a idade suficiente para sair da casa de meus pais. Esse foi meu alvo quando ainda adolescente. No meu aniversário de vinte e um anos, em 1954, eu entrei no convento contra a vontade de meus pais. Minha crença na chamada de ser freira foi mais forte do que a oposição veemente de meus pais. Mesmo que deixar minha família quebrou meu coração, tentei me consolar com o fato de que estava fazendo a vontade de Deus ao fazer esse sacrifício para a salvação de minha família e de todos os que não faziam parte da Igreja Católica, os quais acreditei estarem condenados ao inferno.

No princípio, fiquei adimirada com a solidão, a beleza estrutural e a paz que o convento parecia possuir. Fui ensinada a fazer penitência – coisas como dormir numa tábua, me prostrar na porta da sala de jantar como ato de humildade e bater-me como meio de aplacar a ira de Deus. Essas práticas me ensinaram a crer num Deus punitivo, inacessível e sem amor. Eu O temi em cada área de minha vida. Com o passar de tempo, um vazio encheu meu coração e uma desesperança me envolveu. Fiquei deprimida, muitas vezes chorando enquanto a ira contra a autoridade e o ódio para com as regras e costumes cruéis do convento tomaram conta de mim. Meu corpo desenvolveu todo tipo de doença e comecei a tremer de forma que só um forte remédio controlado podia ajudar. O tempo todo o remédio estava entorpecendo a minha mente e tirando minha habilidade de pensar e raciocinar.

Estava tão faminta de saber que Deus me amava e queria tanto conhecê-Lo que eu comecei a ler livros místicos que ensinaram que podia alcançar uma união mística com Deus, e assim, conseguir um conhecimento sobrenatural dEle, que levava a uma santidade completa. Este caminho me levou a ver como sobrenatural não somente Jesus e a Bíblia, mas qualquer parte de minha vida religiosa. Passo a passo perdi minha habilidade de raciocinar e lidar com a realidade – a realidade ficou dolorosa demais para encarar.

Ainda sem esperança e desanimada, clamei a Deus, Lhe dizendo que não aguentava mais. Em Sua misericórdia e graça, Ele ouviu minhas orações.

Em 1975, um primo distante que tinha se tornado crente trouxe ao convento um evangelista que estava visitando Nova Iorque. Ele estava pregando ao ar livre numa paróquia próxima. Recebi permissão de ir e pela primeira vez ouvi o Evangelho Verdadeiro. Certamente foram Boas Novas! Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito [Jesus Cristo], para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3.16) Aprendi que Jesus morreu por meus pecados – os passados, presentes e futuros. Quando O aceitei como meu Senhor e Salvador e me arrependi de meus pecados, Ele vivificou meu espírito morto e comecei a ter um relacionamento pessoal com o Senhor. Este é o presente de Deus para os que crêem - Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; (Efésios 2.8, 9). Como é importante saber que cada um, por si mesmo, deve confiar e crer nEle - A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. (Romanos 10.9)

Depois de aceitar pessoalmente Jesus Cristo como meu Senhor e Salvador, comecei a ler minha Bíblia e orar diretamente a Deus. Em 1977 deixei o convento e comecei minha jornada de saber a verdade. A Palavra de Deus se tornou minha única autoridade e tudo mais foi medido pela Bíblia. Mas isso foi somente o início; não percebia o dano sério que doutrinas e crenças falsas tinham criado em meu corpo e na minha mente.

Através de um amigo, conheci um conselheiro crente que me ajudou a ver que ser praticante da Palavra traria cura ao corpo e claridade à mente. Pois, através do novo nascimento, ganhamos a mente de Cristo. O caminho não foi fácil, mas ele foi cheio do amor e das bênçãos de Deus. O Senhor tem sido fiel a mim nas promessas de Sua Palavra. Ele prometeu restituir os anos que o gafanhoto comeu (Joel 2.25) o qual me permitiu a começar uma vida nova, cheia de alegria e uma paz interior que nem o mundo, nem a religião pode dar.

É um privilégio compartilhar o amor e bondade de Deus, falando para todos que ouvem que Ele tem um plano especial para cada vida e que Ele é fiel para realizar esse plano quando recebemos o presente da salvação, crendo em Seu Filho.

Amo citar Salmo 18.28, 29 - Porque tu acenderás a minha candeia; o SENHOR meu Deus iluminará as minhas trevas. Porque contigo entrei pelo meio duma tropa, com o meu Deus saltei uma muralha. Amém – Glória a Deus.

— Jacqueline Kassar

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